domingo, 27 de novembro de 2011

A armadilha submarina do Pré-sal

O precedente aberto pelo vazamento da Chevron é gravíssimo num país onde já existem 136 plataformas de produção, 60 sondas de perfuração e 8.964 poços em funcionamento. Segundo o Ibama, ocorrem em média de 20 a 30 pequenos vazamentos de óleo por ano.


Por André Trigueiro
Confira matéria completa em http://www.mundosustentavel.com.br/2011/11/a-armadilha-submarina-do-pre-sal/

domingo, 23 de outubro de 2011

Recursos naturais podem ter colapso em 40 anos, dizem especialistas

Segundo os pesquisadores, recursos naturais da Terra como comida, água e florestas, estão se esgotando em uma velocidade alarmante, causando fome, conflitos sociais, além da extinção de espécies.


Cinfira matéria em:
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/10/18/75742-recursos-naturais-podem-ter-colapso-em-40-anos-dizem-especialistas.html

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

O que nós vamos fazer com o lixo?

O debate sobre o que fazer com as quantidades cada vez maiores de lixo produzidas no País tem ganhado destaque tanto na agenda política quanto na elaboração de políticas públicas no Brasil. Ano passado, o governo federal sancionou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305 de 2 de agosto 2010), que dispõe, entre outras coisas, que até 2014, todos os municípios brasileiros deem destino adequado a tudo aquilo que puder ser reaproveitado por algum processo de recuperação, reutilização ou reciclagem do lixo. Entretanto, para a pesquisadora e professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Adriana Schueler, há um trabalho enorme a ser feito para que a meta federal seja alcançada em tão pouco tempo.

Matéria completa em
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=7159

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Alunos não bebem água filtrada em pelo menos 9,6 mil escolas

Pelo menos 9.621 escolas em atividade do país declararam que os alunos não têm água filtrada para beber e, tampouco, recebem água potável da rede pública. Os dados estão no Censo da Educação Básica de 2010, o mais recente disponível. Esse número representa 4,8% das 200.876 unidades em atividade.



Matéria completa em
http://noticias.bol.uol.com.br/educacao/2011/05/09/alunos-nao-bebem-agua-filtrada-em-pelo-menos-96-mil-escolas.jhtm

domingo, 24 de abril de 2011

Parque da Costa do Sol é decretado

Saiu no último dia 18/04 o decreto n° 42.929 que cria o Parque Estadual da Costa do Sol, com área total aproximada de 9.840,90 hectares, dividido em quatro setores, cada qual composto por uma ou mais áreas distintas, que abrangem terras dos municípios de Araruama, Armação de Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Saquarema e São Pedro da Aldeia.

A criação do Parque Estadual da Costa do Sol tem por objetivos:
I - assegurar a preservação dos remanescentes de Mata Atlântica e ecossistemas associados da região das baixadas litorâneas, bem como recuperar as áreas degradadas ali existentes;
II - manter populações de animais e plantas nativas e oferecer refúgio para espécies migratórias, raras, vulneráveis, endêmicas e ameaçadas de extinção da fauna e flora nativas;
III - preservar restingas, mangues, floresta atlântica, vegetação xerofítica, cordões arenosos, costões rochosos, brejos, lagoas, lagunas, formações geológicas notáveis e sítios arqueológicos contidos em seus limites;
IV - oferecer oportunidades de visitação, recreação, interpretação, educação e pesquisa científica;
V - assegurar a continuidade dos serviços ambientais prestados pela natureza; e
VI - possibilitar o desenvolvimento do turismo no interior do parque, conforme disposto em seu plano de manejo, e atividades econômicas sustentáveis em seu entorno.


Uma vez decretado, cebe ao órgão gestor (INEA), trabalhar para tornar este parque uma realidade, com desapropriação de áreas, plano de manejo, conselho gestor, fiscalização, placas informativas, educação ambiental...
Grana não vai faltar. São muitas as verbas que irão para o parque, do Fundo da Mata Atlântica e de compensações ambientais...

E cabe a população fazer a sua parte, preservando a área e fiscalizando seus pares e o trabalho dos órgãos competentes.

Humanidade poderá ter abrigos contra ‘dilúvio’

Arquitetos europeus já projetam ‘arcas’ para a espécie humana se refugiar caso a luta contra o aquecimento global falhe e grandes inundações atinjam o Planeta.




sábado, 5 de março de 2011

Expansão urbana e qualidade de vida

Por Roberto Noronha Campos
Ao longo dos últimos 40 anos vimos a pacata Cabo Frio se transformar em uma cidade de médio porte cheia de problemas. Em 1970 éramos 29 mil habitantes e em 2010 atingimos a marca de 186 mil. O crescimento da cidade, notadamente desordenado, trouxe diversos problemas, dos quais destaco o tráfico de drogas e a violência, o aumento do trânsito, principalmente na alta temporada, e os impactos ao meio ambiente.
Atualmente, a região central de Cabo Frio está praticamente toda ocupada, fazendo com que o crescimento concentre-se nas regiões periféricas, como os já estabelecidos núcleos urbanos do Grande Jardim Esperança e de Unamar.
Esta situação nos coloca diante de duas questões: Como lidar com o crescimento nas regiões periféricas sem que ele seja desordenado e com o mínimo de impactos ambientais? O que fazer para que a região central da cidade não tenha os seus problemas agravados?
Realizar ações estratégicas para enfrentar essas questões pode não ser tarefa fácil, porém é fundamental. O Planejamento Urbano deve ser feito considerando-se diversos fatores.
Devem ser bem definidas e protegidas as áreas de grande valor ambiental como as restingas, corpos hídricos, manguezais, remanescentes de Mata Atlântica... Devem ser identificadas as áreas de risco. Devem ser estabelecidas as Áreas de Expansão Urbana e também as áreas saturadas que não suportam mais o crescimento (como é o caso do centro da cidade). Devem ser verificadas as demandas e planejar as áreas de expansão urbana com estruturas de saúde, educação, saneamento, transporte, cultura, esporte, lazer...
É importante que o planejamento leve em consideração todos os fatores e trate a cidade como um todo. Isso significa que não devemos tratar as questões cartesianamente, separadas do contexto geral. Não podemos decidir se queremos um empreendimento como o Marina Cabo Frio, nas salinas situadas no final do bairro Gamboa, sem definir claramente como a cidade toda deve crescer. Não podemos aumentar o gabarito (n° de andares permitidos) do bairro Braga sem pensar nas suas consequências para o trânsito e nas demandas que surgirão. Não podemos aprovar um mega shopping, com quatro salas de cinema, ao lado do Bairro Novo Portinho sem pensar no impacto de vizinhança, na qualidade de vida das pessoas que moram nas áreas adjacentes.
Estes três exemplos mostram como está sendo tratado o crescimento da cidade por parte das autoridades competentes. Será que estão pensando na cidade daqui a 20 ou 30 anos? Quais são os interesses em jogo? A nova Lei de Uso e Ocupação do Solo está prestes a ser aprovada pela Câmara de Vereadores (se já não foi aprovada), mudando as regras de ocupação no município, com o aumento de gabarito e taxa de ocupação de diversas áreas. Apesar de existir um conselho só pra isso (CONSEPLA), até que ponto houve participação da sociedade civil organizada? Quais foram os critérios usados para definir as mudanças? Meio ambiente, qualidade de vida, desenvolvimento econômico... Quanto vale cada um deles para se definir a ocupação?
Deixo muitas perguntas sem respostas no anseio de ver a sociedade cabofriense mais interessada e participativa e de chamar a atenção das autoridades para a importância do planejamento da cidade para a qualidade de vida de nossa população.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pare Belo Monte: Não à mega usina na Amazônia

Para Presidente Dilma Rousseff:
Nós pedimos que a senhora impeça a construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte. Ao invés deste projeto desastroso, do ponto de vista ambiental, social e econômico, por favor, invista em eficiência energética e fontes verdadeiramente limpas e renováveis; proteja os direitos de populações indígenas e comunidades locais; e apoie o desenvolvimento sustentável que protege vidas e ecossistemas.

Assine a petição: