sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Retificação - Meio ambiente parado

De acordo com o esclarecimento dado por alguns colegas conselheiros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Cabo Frio de que as reuniões do conselho vêm acontecendo tem alguns meses já, e inclusive tem uma agendada para hoje (09/09/10) às 9h na Casa dos 500 anos, venho retificar o meu questionamento:


Alguém sabe me dizer quando a Prefeitura de Cabo Frio vai botar o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente para funcionar efetivamente?


Uma mosquinha me disse que o INEA pressionou o município a reativar o conselho, pois para que o Licenciamento Ambiental continuasse sendo feito era necessário um conselho ativo.
Assim como é necessário ter um Código e um Fundo Municipal de Meio Ambiente.


Estamos aguardando os próximos capítulos... e sempre de olho!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Meio Ambiente parado

Alguém sabe me dizer quando a Prefeitura de Cabo Frio vai botar o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente para funcionar?
Nem com denuncia no Ministério Público as coisas funcionam...
Uma vergonha!!!
A sociedade precisa se mobilizar!

O professor no combate às drogas

Capacitar os educadores em relação à problemática das drogas, unificar as ações de combate à drogadição e torná-las uma política de Estado. É o que defende o professor José Vicente Lima Robaina, autor do livro Drogas – O Papel do Educador na Prevenção ao Uso (Editora Mediação), escrito a partir de sua tese de dou­torado. Robaina tem 48 anos, nasceu em Passo Fundo (RS) e começou a trabalhar com o tema depois de enfrentar um problema em família. É professor do curso de Química e do Programa de Pós-graduação em Ciências e Matemática pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e presta assessoria sobre o assunto para escolas do Rio Grande do Sul. Veja os principais trechos de sua entrevista à Gazeta do Povo.

As drogas estão em evidência há décadas, mas apenas há relativamente pouco tempo ouvimos falar sobre essa problemática nas escolas. É possível precisar quando a questão chegou à escola?

Há uns 10 ou 20 anos, mas o problema está mais evidente agora. A gurizada está muito agressiva, começando a usar drogas cada vez mais cedo. Isso está causando problemas que interferem no processo de ensino e aprendizagem. Antigamente as pessoas entravam nesse universo mais tarde, hoje temos usuários com 4 ou 5 anos de idade. Imagine como esses alunos vão estar quando estiveram na quarta, na quinta série. O uso e o abuso geram violência.

O senhor fala sobre a necessidade de municipalizar as ações antidrogas. Como se faz isso em educação, em que estados e municípíos têm atribuições diferentes?

Falo em relação às políticas. Existe uma polícia nacional. A Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Ministério da Justiça, está desenvolvendo políticas e ações para tentar diminuir o problema. Só que a grande maioria das prefeituras não tem políticas de prevenção. É necessária a adaptação dessas políticas de amplitude nacional para os níveis estadual e municipal. O objetivo é que cada cidade possa desenvolver políticas e unir essas ações. Não adianta fazer ações isoladas. Com o advento do crack, deputados estaduais do Rio Grande do Sul trataram do tema em diferentes comissões. No fim do ano, todas as comissões lançaram cartilhas e folhetos. Mas todas essas ações estavam desarticuladas, cada um trabalhou dentro da sua lógica. Precisamos unir essas ideias, desenvolver uma política. Atitudes isoladas não vão surtir efeito.

Muitos usuários tendem a desprezar alertas. Como romper essa barreira?

Fazendo um trabalho na periferia de Porto Alegre, uma pessoa citou um caso: o aluno ganha em torno de R$ 1 mil por mês com o tráfico, como dizer para ele parar e procurar um emprego, onde vai ganhar R$ 400 por mês? Ela achava que não teria argumentos suficientes. Primeiro é preciso enfatizar os problemas e as consequências da droga: se hoje ele ganha R$ 1 mil, amanhã poderá não ganhar nada. Ele poderá estar preso ou morto. É mais garantido trabalhar honestamente e ganhar pouco. É difícil convencer os adolescentes, mas, quando há formação, há argumentos.

A impressão é que hoje há apenas ações isoladas. Na sua opinião, falta uma política de Estado em relação a essa formação?

Acho que sim. Se os governos estaduais e municipais estão preo­­cupados, deveriam capacitar seus técnicos. A prevenção é uma questão de educação, esse é o desafio das políticas públicas. Se a pessoa já está dentro do processo, a prevenção falhou, é hora da ação da saúde pública. Outro problema é que tem pouco trabalho de reinserção. Temos muito trabalho de tratamento, pouco de prevenção e nenhum de reinserção.

Na escola, não há o risco de usuários serem discriminados pelos colegas, o que poderia agravar o problema?

Esse risco existe. Se o professor tem uma formação e sabe como trabalhar, evita que os colegas façam esse tipo de isolamento ou exponham o colega. O professor vai oferecer ajuda. Se o aluno sentir confiança, vai falar. Se chegar queimando, o aluno não vai ter confiança e vai querer viver longe do professor. Isso muitas vezes falta para o professor. A gente ouve até casos de agressão aos professores.

Em que medida o desconhecimento dos educadores sobre o tema é um problema?

Muitos professores não sabem nem identificar quando há um problema com drogas. Às vezes o aluno está com olhos vermelhos, pupilas dilatadas ou agressivo, mas o professor não sabe identificar. A gente vê muito isso.

Seu livro cita três projetos desenvolvidos em escolas. Há linhas gerais, ou as particularidades pesam mais?

Tem linhas gerais, mas deve-se levar em conta as particularidades. Tem que ver o que tem em volta da escola, se tem tráfico. É um trabalho integrado com a comunidade. Em um dos casos analisados tinha tráfico dentro e fora da escola, os professores e a direção chamavam a polícia diariamente – e local de polícia não é na escola. A primeira evidência é que os professores não tinham formação para tratar dessa situação. Uns 30% dos professores começaram no projeto, os outros foram aderindo. A partir disso começou a se pensar em ações com professores de diferentes disciplinas. O trabalho se tornou uma proposta interdisciplinar. Na escola tinha um fumódromo que os professores utilizavam, com o passar do tempo essa sala foi extinta por pressão dos alunos. De maneira geral, vejo que a drogadição passa por uma questão de educação, de formação na própria casa. Os pais têm remédios, sabemos de relatos de crianças que começaram assim. É assim também com a bebida, o pai toma um copo de uísque e a criança, vendo isso, também pode vir a ter o hábito de beber. Essas situações são levadas para a escola.

Há alguma estratégia que deve ser evitada?

Sou contra palestras para alunos, isso não funciona. A pessoa começa a falar sobre as sensações causadas pelas drogas e o adolescente pensa “vou experimentar pra ver se dá isso mesmo”. O tiro sai pela culatra. Um ex-dependente químico que saiu de uma clínica em Porto Alegre foi dar palestras em escolas. Ele dizia para os alunos que tinha sido usuário e que tinha sobrevivido. É melhor trabalhar com o professor.
Equipe A.R.C.A.
Capacitação, Prevenção, Palestras, Capacitação, Tratamentoe Acompanhamento Terapeutico em Dependência Química - 12 passos
Tadeu Assis - Coordenador
Tel.: (22) 2643.9399 (22) 9914-3450

sábado, 4 de setembro de 2010

Cientistas atacam selo "verde" de pesca

A credibilidade do principal selo de pesca sustentável do planeta -que já andava um tanto abalada foi definitivamente posta em xeque nesta semana.


Órgão contesta críticas e se diz sustentável.


Em artigo na revista "Nature", pesquisadores acusam o MSC (Conselho de Boa Gestão dos Mares, em inglês) de se preocupar cada vez mais com os interesses da indústria pesqueira, deixando de lado as questões ambientais.


"Nós acreditamos que os incentivos do mercado afastaram o esquema de certificação de seu objetivo original, promovendo, como nunca antes, a certificação das operações de capital intensivo", afirmam os cientistas, liderados por Jennifer Jacquet e Daniel Pauly, da Universidade da Colúmbia Britânica.

De acordo com eles, a expansão do órgão acompanhou o interesse por frutos do mar pescados de forma responsável. As indústrias certificadas saltaram de seis, em 2004, para 94 atualmente. Outras 118 estão em processo de avaliação.


Embora o MSC seja uma entidade sem fins lucrativos, a certificação custa caro: entre US$ 15 mil e US$ 150 mil (algo em torno de R$ 26,4 mil e R$ 264 mil) por companhia.


Esse dinheiro é pago a consultorias credenciadas - com fins lucrativos - que conduzem todo o processo.

Para os cientistas, esse sistema cria um conflito de interesses. Os responsáveis pelas avaliações podem achar que, se forem mais lenientes com o cumprimento dos critérios, podem receber mais trabalho e lucrar com as auditorias anuais obrigatórias, que podem custar até US$ 75 mil.

Texto completo em:

http://noticias.bol.uol.com.br/ciencia/2010/09/04/cientistas-atacam-selo-verde-de-pesca.jhtm

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Fábrica recém-inaugurada produz óleo natural de maracujá

Vilma Homero
O Brasil é um dos grandes produtores mundiais de maracujá. Mas 70% da fruta – o que significa dizer cascas e sementes – são descartados depois do aproveitamento da polpa pela indústria de suco. Mesmo esse resíduo pode ser aproveitado. Suas sementes podem servir como matéria-prima para extração de óleos para uso na indústria de cosméticos. Um projeto com essa finalidade uniu em parceria a empresa Extrair Óleos Naturais, Embrapa e Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Com recursos do edital Inovação Tecnológica da FAPERJ, foi instalada uma primeira unidade em Bom Jesus do Itabapoana, no noroeste fluminense...

Veja matéria completa em:
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=6580

domingo, 8 de agosto de 2010

Mancha aparece em praias da Região dos Lagos



Óleo vazou e atingiu Cabo Frio e Arraial do Cabo, diz Capitania dos Portos.
Alto índice de algas também modificou a paisagem da região neste domingo.



Uma mancha foi detectada na manhã deste domingo (08/08) em praias de Cabo Frio e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Além da alto índice de algas no local, um vazamento de óleo de origem ainda desconhecida surgiu na região.


De acordo com a agência da Capitania dos Portos em Cabo Frio, uma equipe de inspeção naval foi às praias do Pontal, em Arraial do Cabo, e das Conchas e do Forte, em Cabo Frio, Região dos Lagos, para realizar coleta de material das manchas de óleo que apareceram em alguns pontos, na areia.


Ainda segundo a Capitania dos Portos, o material coletado será utilizado para a possível identificação do infrator. A análise da amostra – que poderá definir se o óleo é de navio ou de plataforma, por exemplo – será feita pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), em Arraial do Cabo e o laudo deverá ficar pronto em até 20 dias.


A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tem qualquer relação com a mancha de óleo, e que apenas ajudou a Marinha na contenção do vazamento.



Fonte: G1


http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/08/mancha-de-oleo-aparece-em-praias-da-regiao-dos-lagos.html


domingo, 18 de julho de 2010

Ranking da PF coloca Rio no topo dos crimes eleitorais

Terceiro maior colégio eleitoral do país, o Rio de Janeiro lidera um inédito ranking da Polícia Federal sobre crimes eleitorais.


Nos últimos quatro anos, a polícia fez mais de 3.400 investigações no Estado para apurar delitos como compra de votos, caixa dois, inscrição e transporte irregular de eleitores e boca de urna.


O principal crime, considerado o mais grave para procuradores, juízes federais e policiais ouvidos pela, é a compra de votos.

Em seguida, dentre os delitos mais investigados pela PF, está o cadastramento irregular de eleitores, prática que é mais comum durante as eleições municipais.

"A compra de votos é um reflexo da falta de credibilidade e desesperança da população com os políticos", diz Sandra Cureau, vice-procuradora-geral eleitoral.

O balanço da Polícia Federal deve ser uma das ferramentas para tentar diminuir, no pleito deste ano, a ocorrência desses delitos.

A Polícia Federal, responsável por investigar crimes eleitorais, o Ministério Público Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral deverão atuar em conjunto --um convênio entre esses órgãos ainda deve ser formalizado.


Fonte: Folha.com

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Eleições 2010



Alô Cabo Frio. Esta chegando a hora de escolher nossos representantes.


Em nossa cidade temos quatro candidatos a deputado federal:


Juarez Lopes (PV),


Paulo César (PR),


Carlos Victor (PSB) e


Milton Roberto (PDT).



Vocês conhecem a vida deles?


O carater deles?


A atuação social deles?


As propostas deles?



Se não conhecem, procurem conhecer e façam a escolha certa.


Precisamos de pessoas sérias na política para defender os nossos interesses coletivos.



Por conhecer o que faz e deixa de fazer cada um deste candidatos, eu não tenho dúvida de que Juarez é a nossa única opção à câmara federal. Juarez é sério, honesto, competente e defende o que é melhor para a sociedade.



Quem ainda não conhece Juarez precisa conhecer para conferir o que estou dizendo.



Acesse:



http://www.juarezlopescf.blogspot.com/



http://www.pvcabofrio.webnode.com/



E a educação...

"NO FUTEBOL, O BRASIL FICOU ENTRE OS 8 MELHORES DO MUNDO E TODOS ESTÃO TRISTES.

NA EDUCAÇÃO É O 85º E NINGUÉM RECLAMA..."

Senador Cristóvam Buarque

domingo, 4 de julho de 2010

Marina “heroína”


Em meio a mentiras e subornos na política, Marina Silva é honesta e altruísta. Ela é ouvida, fala com paixão, mas de maneira refletida, e leva seu trabalho a sério. Sua inteligência e liderança apaixonada são mundialmente reconhecidas.
Marina usa a lei para lutar pela floresta. Até chegar a um dos principais cargos políticos do país, a senadora percorreu trajetória mais espetacular que a da Cinderela, princesa que saiu dos farrapos e alcançou a riqueza. Isso porque, no Brasil, ela deixou a pobreza iletrada e chegou à universidade.
É dessa forma que a senadora do Acre é descrita na biografia "Marina Silva - defendendo as comunidades da floresta tropical do Brasil", lançada em 2001 por uma editora feminista e sem fins lucrativos dos EUA.
A obra foi pensada e escrita antes de Marina ganhar a projeção de ministra do Meio Ambiente e candidata à Presidência pelo PV.
O livro integra a coleção "Mulheres Mudando o Mundo", que tem o objetivo de apresentar exemplos de vida e superação a jovens com idades entre 12 e 16 anos.
Na obra, adolescentes americanos têm contato com uma visão do Brasil, do Acre -"AH-kray", para a pronúncia-, Estado natal da senadora, e do cenário político.
"Políticos são, normalmente, das grandes e ricas famílias que governaram o Brasil por 500 anos (...) O PT não acreditava na compra de votos ou em promessas que não seriam cumpridas", descreve a autora da obra, Ziporah Hildebrandt, sobre o início da trajetória de Marina.
Hildebrandt não fala português, nunca pisou no Brasil nem manteve contato direto com sua biografada -as entrevistas com Marina foram feitas via um assessor do Senado que falava inglês.
A autora contou à Folha.com que recebeu a encomenda de um livro sobre Marina e que passou um ano e meio estudando a vida da senadora e a história do país. Hildebrandt disse que a editora queria a biografia de uma mulher que representasse negros, índios e o ambiente.
Questionada sobre o tom épico do livro e a descrição de uma personagem que lembra uma heroína da floresta, ela afirma que a intenção da série não é fazer livros críticos ou objetivos.
É, diz, apresentar exemplos de mulheres que superaram grandes obstáculos e conseguiram promover mudanças em seus países, servindo como fonte de inspiração a jovens mulheres.
Fazem parte da série biografias de Aung San Suu Kyi (Nobel em 1991, de Mianmar), Ela Bhatt (Índia), Rigoberta Menchú (Guatemala) e Mamphela Ramphele (África do Sul), entre outras.
Fonte: Folha.com
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2010/07/04/sem-ter-falado-com-marina-autora-traca-perfil-de-heroina.jhtm